DOCE BELEZA DA MÃE DA HUMANIDADE
ÉS A MAIS DOCE DAS BELEZAS NO CÉU
TRANSCENDE O ESPÍRITO NOS FILHOS DA TERRA
ENCANTO DISCRETO DA ESSÊNCIA DO AMOR
MARIAS DOS MORROS
MARIAS DAS RUAS
MARIAS ANONIMAS
MARIAS DAS VOZES
MARIA BETHÂNIA
NO DIA QUE ESCONDE A NOITE
AS CRIANÇAS GLORIFICAM A VIDA
OS IDOSOS AGRADECEM O TEMPO
HOMENS E MULHERES SE COMPLEMENTAM NO SEU CANTO
MARIAS DA PAZ
MARIAS DA VIDA
MARIAS QUE LUTAM
MARIAS QUE BUSCAM
MARIA BETHÂNIA
O MAR É GRANDE E SILENCIOSO NA NOITE
AZUL É A COR DA FELIZ IDADE TRADUZIDA
OS HOMENS DIZEM AMÉM A SUA VIDA
ANTES DO FUTURO O ETERNO PRESENTE NO SEU SOM
A poesia é o encontro mais impessoal do seu próprio ser com os seus mais impossíveis e improváveis seres. Para o poeta é a prova mais infiel da sua fidelidade.
quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
TERMS OF CHILD
I love this time
Every day couples undertake
Celebrations in the meetings of the kiss and surprise
Love, flowers and cocoa with peanuts are brothers
Worship in the images of good because
The night is a meeting of two days
House of green just after Christmas
Far from the gates of the road not identify
Sugar
Clock
Picture
Spotlight
Every day couples undertake
Celebrations in the meetings of the kiss and surprise
Love, flowers and cocoa with peanuts are brothers
Worship in the images of good because
The night is a meeting of two days
House of green just after Christmas
Far from the gates of the road not identify
Sugar
Clock
Picture
Spotlight
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
A METAMORFOSE
A metamorfose do tempo trouxe o mais belo dos belos
O presente de um hoje esperado pelo ontem
Nada mais simples do que o amor com intenções boas
No sorriso da alma a beleza dos gestos nas paredes de dentro
Com o encontro dos lábios as sensações somam-se ao instante
(um instante terno, belo e eterno)
A metamorfose do pensar fez feliz o poeta quase descrente
Nego a beleza que não se deixa viver por completo
(...)
Os anéis brilham e interpretam o amanhã muito concreto
(...)
O vermelho é presente nas duas representações
Augusto dos Anjos, Cruz e Souza
Luiza Erundina, Juarez Machado
A metamorfose na vida é necessária
É necessária a metamorfose da vida
Na vida a metamorfose é necessária
O hoje é o eterno construtivo do querer feliz
Corpos que pontuam as noites (todas) eternas
Lençóis e roupas ao chão são os convites inconscientes
Bem e bem não podem ter medo das suas calças
E com as pernas entrelaçadas se identificam e unificam
A metamorfose é necessária na vida
É necessária na vida a metamorfose
Na vida é necessária a metamorfose
O presente de um hoje esperado pelo ontem
Nada mais simples do que o amor com intenções boas
No sorriso da alma a beleza dos gestos nas paredes de dentro
Com o encontro dos lábios as sensações somam-se ao instante
(um instante terno, belo e eterno)
A metamorfose do pensar fez feliz o poeta quase descrente
Nego a beleza que não se deixa viver por completo
(...)
Os anéis brilham e interpretam o amanhã muito concreto
(...)
O vermelho é presente nas duas representações
Augusto dos Anjos, Cruz e Souza
Luiza Erundina, Juarez Machado
A metamorfose na vida é necessária
É necessária a metamorfose da vida
Na vida a metamorfose é necessária
O hoje é o eterno construtivo do querer feliz
Corpos que pontuam as noites (todas) eternas
Lençóis e roupas ao chão são os convites inconscientes
Bem e bem não podem ter medo das suas calças
E com as pernas entrelaçadas se identificam e unificam
A metamorfose é necessária na vida
É necessária na vida a metamorfose
Na vida é necessária a metamorfose
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
PARADIGMAS
Navegar na escuridão do dia
É querer não ver o que se vê
É estar diante das evidencias mais claras
Buscar um tudo no nada das sensações
O choro desesperador do poeta adoece
Insatisfeito pelos andares encobertos
Inspiração falida de paradigmas maquinados
Instante mágico quebrado pela tarde
É querer não ver o que se vê
É estar diante das evidencias mais claras
Buscar um tudo no nada das sensações
O choro desesperador do poeta adoece
Insatisfeito pelos andares encobertos
Inspiração falida de paradigmas maquinados
Instante mágico quebrado pela tarde
domingo, 4 de novembro de 2007
ANJO PAULISTANO
Amigo é uma espécie de botão de rosa
Somente os próximos conseguem ver a beleza escondida
Nada é tempo ruim sem o consolo do seu abraço
O dia e a noite são festas para os bons amigos
A escada da vida é mais externa quando partilhada certa
Amigo é um encontro diário com Deus
Sempre presente nas horas das horas
Nunca sabe andar para atrás no dia de hoje
O melhor presente é um amigo em forma de irmão
A melhor chegada é o sorriso de quem comportilha o caminho
Poema em homenagem ao SEVERINO ROMÃO, o anjo paulistano.
Somente os próximos conseguem ver a beleza escondida
Nada é tempo ruim sem o consolo do seu abraço
O dia e a noite são festas para os bons amigos
A escada da vida é mais externa quando partilhada certa
Amigo é um encontro diário com Deus
Sempre presente nas horas das horas
Nunca sabe andar para atrás no dia de hoje
O melhor presente é um amigo em forma de irmão
A melhor chegada é o sorriso de quem comportilha o caminho
Poema em homenagem ao SEVERINO ROMÃO, o anjo paulistano.
domingo, 14 de outubro de 2007
TEMPO
No tempo cada tempo é um tempo
Nem sempre o tempo é o tempo que queremos
O tempo que nos é permitido é um outro tempo
Com o tempo se aprende a viver outro tempo
O tempo que se sonha é destruído por outro tempo
Doce tempo é tempo que nunca chega nesse tempo
Solidão é o desprezo do tempo no tempo
Contatos de corpos em tempo que se sente sem tempo
O tempo é um presente do tempo
Nem sempre o tempo é o tempo que queremos
O tempo que nos é permitido é um outro tempo
Com o tempo se aprende a viver outro tempo
O tempo que se sonha é destruído por outro tempo
Doce tempo é tempo que nunca chega nesse tempo
Solidão é o desprezo do tempo no tempo
Contatos de corpos em tempo que se sente sem tempo
O tempo é um presente do tempo
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
OBRIGAÇÕES
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Ama-se por amar
Ama-se por amar
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Ama-se por amar
Ama-se por amar
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Vive-se por viver
Navega-se por navegar
Vive-se por viver
Ama-se por amar
Navega-se por navegar
CONFORMIDADE DOS DIAS
Tem dias que não se quer viver qualquer emoção
Nada é por acaso
(mesmo no acaso do nada)
Tem dias que não se quer viver qualquer sentimento
Diante do silêncio o consolo
(mesmo o consolo como silêncio)
Tem dias que não se quer viver
Nada é por acaso
(mesmo no acaso do nada)
Tem dias que não se quer viver qualquer sentimento
Diante do silêncio o consolo
(mesmo o consolo como silêncio)
Tem dias que não se quer viver
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